Radiofrequência Genital – o que você precisa saber!

A radiofrequência (RF) é uma modalidade terapêutica (diatermia) já estabelecida para promover a melhora da flacidez de pele pela desnaturação do colágeno e consequente contração, além da neocolagênese (produção de novo colágeno por estímulo de fibroblastos). A energia eletromagnética é aplicada no tecido por meio de eletrodos e o aquecimento controlado é conseguido pela conversão dessa energia em calor gerando os efeitos biológicos, como citados anteriormente.

Captura de Tela 2016-06-26 às 15.21.02Ponteiras utilizadas na região genital

 

A radiofrequência já é consagrado na área de dermatologia estética com comprovação na literatura científica, porém na área de uroginecologia o seu uso é pouco difundido pelo Brasil, ao contrário do que acontece nos EUA, Canadá e outros países do Oriente.

  • Radiofrequência e Frouxidão Vaginal

A frouxidão vaginal é caracterizada pela flacidez da região de grandes lábios e intróito vaginal e as causas principais são idade avançada e partos vaginais. Com o avanço da idade há perda de colágeno e os partos vaginais alongam as estruturas durante o período expulsivo do feto, gerando danos as tecidos. A flacidez dessa região pode levar a menor sensibilidade durante o coito e diminuir a satisfação sexual, além de piorar a qualidade de vida.

Não se deve esquecer da musculatura do assoalho pélvico que também é responsável pela função sexual. Isso quer dizer que em alguns casos, não adianta só tratar a genitália externa, mas a musculatura também deve ser avaliada por um Fisioterapeuta Pélvico.

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Foto retirada do artigo científico do Dr. Red M. Alinsod, 2015 (Laguna Beach- CA- USA) – resultados da RF.

  • Radiofrequência e outras disfunções do assoalho pélvico

A radiofrequência também pode ser aplicada em outras indicações clínicas, tais como: incontinência urinária de esforço em mulheres (perda involuntária de urina durante tosse, espirro, etc.), hiperatividade muscular do assoalho pélvico (quando a musculatura apresenta aumento de tensão podendo levar a quadros de retenção urinária, dor durante a relação sexual, dor durante micção e evacuação), cicatrizes pós-parto ou cirurgias pélvicas (presença de fibrose) e fissuras anais.

 

O protocolo de tratamento (número e freqüência de sessões) é decidido após criteriosa avaliação fisioterapêutica. O profissional habilitado é de fundamental importância, como indicação clínica correta!

Esse tratamento estará disponível no consultório de Fisioterapia Pélvica – Dra Caroline Valeton, a partir de julho/2016! Agende a sua avaliação!

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